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30 Novembre

March 30, 2018

Le temps se gâte. Il pleut à verse. On ne voit pas à 100 mètres devant nous. Du pont, on ne voit plus la pointe du bateau. Les rafales de vent projettent des trombes d’eau au-dessus des containers. Les vagues se creusent. C’est plus qu’une drache tropicale. Pas de gym aujourd’hui, ni de tour sur le pont inférieur, celui près de l’eau.

 

Hier, j’ai visité la salle des machines. C’est impressionnant, le bruit des moteurs, 7 pistons à 100 tours minute. Une salle des machines aux milles boutons. Beaucoup de générateurs pour alimenter les containers frigos, réfrigérés en permanence. Vadim m’a dit hier qu’il y en avait un de 20 pieds rempli de crème glacée. Je n’ose pas imaginer une interruption de l’alimentation. Certains réfrigérés transportent aussi des voitures neuves, pour éviter le moisi. Dans la salle des machines, trois icônes représentent la vierge Marie et l’enfant Jésus, Saint Joseph et saint Nicolas. Comme s’ils étaient là pour protéger les marins d’une quelconque défaillance de la bête. Car nous sommes bien dans l’antre de la bête. Sur quatre étages, ce ne sont que moteurs et machines, tuyaux, alimentation, évacuation. 3 ingénieurs ukrainiens y travaillent en permanence, parfois dans la salle de contrôle, plus ou moins isolée du bruit, parfois les mains dans le cambouis. Notre consommation journalière de gasoil est de 65 tonnes. Je me fais répéter plusieurs fois le chiffre tant j’ai du mal à le croire. Il y a aussi une unité de traitement d’eau de mer qui donne l’eau pour les douches et les sanitaires, une unité de traitement des eaux usées et des sanitaires aussi qui seront rejetées en mer après élimination des principales bactéries dangereuses. Je croise Léni qui répare le système de lance d’incendie. Il est sans doute encore traumatisé par sa dernière expérience sur un vieux cargo d’une autre compagnie qu’il a du abandonner, comme le reste de l’équipage, après l’explosion du moteur.

 

 

30 de Novembro

 

O tempo piora. Chove torrencialmente. Não se vê nada 100 metros à frente. Da ponte, não se vê mais a ponta do barco. As rajadas de vento lançam trombas d’água por cima dos contêineres. As ondas formam grandes cavados. É mais do que uma chuvarada tropical. Nada de ginástica hoje, nem de passeio pela ponte inferior, aquele perto da água.

 

 

 

Ontem, visitei a sala das máquinas. É impressionante, o barulho dos motores, 7 pistões a cem rotações por minuto. Uma sala de máquinas com mil botões. Muitos geradores para alimentar os contêineres geladeiras, refrigerados em permanência. Vadim me falou ontem que tem um de 20 pés, cheio de sorvete. Não quero nem imaginar uma queda de energia. Alguns contêineres refrigerados transportam também carros novos, para evitar o mofo. Na sala das máquinas, três ícones representam a Virgem Maria e o menino Jesus, São José e São Nicolau. Como se eles estivessem ali para proteger os marinheiros de uma falha qualquer da fera. Pois estamos mesmo no antro da fera. Em quatro andares, só há motores e máquinas, canos, alimentação, evacuação. Três engenheiros ucranianos trabalham ali o tempo todo, às vezes na sala de controle, mais ou menos isolada do barulho, às vezes as mãos cheias de óleo. Nosso consumo diário de diesel é de 65 toneladas. Peço para repetirem o número várias vezes, de tanto que custo a acreditar. Há também uma estação de tratamento de água do mar que fornece água para os chuveiros e privadas e uma para as águas usadas e sanitárias que serão lançadas ao mar após a eliminação das principais bactérias perigosas. Encontro Leni que está consertando a mangueira de incêndio. Parece ainda ser traumatizado pela sua última experiência com um velho cargueiro de uma outra companhia que teve que abandonar, junto com o resto da tripulação, depois da explosão do motor.

 

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